Análise Chuck’s Challenge 3D

Nos jogamos como Woop, um adorável alienígena que rapta Chuck, um criador de puzzles para que este possa criar puzzles para Woop. Ele aceita e temos então Chuck’s Challenge 3D. Mais simples que isto era realmente impossível e o mais importante é que em segundos estamos a jogar o primeiro nível. O objetivo é também bastante simples, baseando-se apenas em chegar ao fim de cada nível, para tal temos que recolher chaves, mover objetos e fazer isso no menor tempo possível.

Os primeiros níveis são bastante simples e ajudam-nos a compreender bem o que temos que fazer, com bastantes dicas para nos ajudar pelo caminho. Assim que chegamos ao portal no final do nível é nos mostrados o nosso tempo final e como nos comparamos aos outros jogadores. Apesar de existir claramente uma meta para ganhar a medalha de ouro não encontrei onde se encontrava essa meta, ficando apenas a saber que para a ganhar teria que ser mais rápido.

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Isto não é grande problema se quiserem simplesmente correr pelos níveis, mas pode tornar-se complicado caso queiram completar tudo no máximo. Além de medalhas, à medida que vamos tendo bons resultados vamos ganhando chapéus para o nosso pequeno extraterrestre e se há algo que Team Fortress mostrou é que todos nos gostamos de chapéus. Chuck’s Challenge 3D retira também um conceito importante de Spelunky, com uma pequena diferença. Aqui em vez de um Daily Challenge temos um Weekly Challenge, mas a ideia é a mesma. Temos que tentar completar um nível aleatório num determinado tempo.

Não sabemos nada sobre o nível e temos que completa-lo o mais rápido possível para ficarmos bem qualificados antes que seja trocado por outro. Chuck’s Challenge 3D contem também um editor de níveis, bastante intuitivo e simples de usar ate pelos mais novos. Além de termos acesso aos níveis criados por nos podemos jogar níveis criados por outros jogadores. Isto aumenta bastante a longevidade do jogo que por si já é bastante grande, contanto com 100 níveis.

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Apesar de o original ser um jogo para PC, esta nova versão foi claramente pensada para dispositivos móveis e a versão PC é claramente um port e a interface sofre um pouco com isso, tendo alguns pequenos problemas que não irão atrapalhar demasiado. Criado utilizando o motor Unity não podem esperar um grafismo de luxo, mas é bastante colorido e a direção artística ajuda bastante a esconder qualquer falta de poder gráfico.

Tiago Roque

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