Conquista: Tide of Wills, jogo de simulação de colónias e estratégia 4X, chega ao Steam no verão de 2027. A Shueisha Games anunciou a data e disponibilizou o trailer oficial, enquanto a página da Steam já aceita wishlists. O título, desenvolvido pela MicroSimulation Inc., promete combinar a construção de cidades com decisões políticas que moldam nações.
O trailer mostra uma colónia que evolui num império, com cidadãos que têm nomes, empregos e desejos próprios. Os jogadores devem gerir recursos, construir infraestruturas e responder às “passões” que emergem das interações dos habitantes, podendo desencadear rebeliões, alianças ou guerras. O jogo será disponibilizado em japonês, inglês e chinês tradicional/simplificado, sem versão em português.
MicroSimulation, sediada em Akihabara, começou como projecto solo e, após anos de desenvolvimento independente, juntou‑se à Shueisha Games para formar uma equipa completa. A empresa tem vindo a criar simulações em que as escolhas individuais dos habitantes influenciam a história de cidades e nações.
Para celebrar o anúncio, o jogo terá a sua primeira demonstração na gamescom 2026, em Colónia, Alemanha, entre 26 e 30 de agosto. Os visitantes poderão testar a versão mais recente e, a partir de hoje, a Shueisha Games abriu o servidor oficial do Discord, onde os membros poderão participar num sorteio para testar a build apresentada no evento.
Conquista: Tide of Wills coloca o jogador no comando de uma colónia que cresce até virar uma nação. Decisões diplomáticas, militares e económicas se entrelaçam com a vida cotidiana dos cidadãos, criando narrativas únicas a cada partida. O título estará disponível no Steam a partir do verão de 2027, sem preço fixado ainda.
A mecânica de 4X permite ao jogador explorar territórios desconhecidos, expandir o território, extrair recursos e, quando necessário, confrontar outras nações em batalhas de escala. A gestão da colónia abrange desde a coleta de madeira e pedra até a construção de mercados e tavernas, onde os cidadãos trocam rumores que podem desencadear eventos inesperados. O equilíbrio entre diplomacia e força militar é fundamental, pois alianças podem ser tão vitais quanto conquistas territoriais.

