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Wildmagic Frontier chega ao Steam, jogo de deck‑building tático já em fase final da campanha Kickstarter

Wildmagic Frontier, o RPG tático de deck‑building da Sky Castle Studios, vai a Steam. A campanha do Kickstarter já ultrapassou os 130 mil dólares e conta com mais de 1.700 backers, superando a meta de 100 mil. O encerramento da campanha está marcado para 10 de outubro, às 12:00 PDT (15:00 EDT).

O jogo pode ser jogado sozinho ou com até dois amigos. Cada partida se desenrola num tabuleiro digital criado a partir de dioramas físicos escaneados, o que confere um visual de miniaturas em campo de batalha. As cartas representam equipamentos, feitiços e ações de apoio, e a posição dos personagens no grid determina o efeito de cada jogada – empurrar o inimigo contra uma parede, agrupar várias criaturas ou trocar de lugar com um aliado.

Wildmagic Frontier permite ainda importar miniaturas 3D criadas no Hero Forge, mas a integração não é obrigatória. Os jogadores podem escolher um herói pré‑definido ou usar a sua própria miniatura digital. O objetivo é explorar a terra de Astara, reunir recursos e expandir a sua própria “frontier town” enquanto recruta companheiros e enfrenta desafios que exigem lançamentos de dados e decisões estratégicas.

Os teasers de gameplay mostram três‑jogadores a coordenar ataques em cenários como a “Tavern Brawl” e o “Dockyard Showdown”, demonstrando a sinergia entre cartas e posicionamento. A cooperação permite criar combinações que só são possíveis quando os jogadores trabalham em conjunto.

Para quem ainda não se juntou à campanha, o prazo termina em 10 de outubro. A versão Steam ainda não tem data de lançamento confirmada, mas a Sky Castle Studios promete anunciar quando a página da loja estiver pronta para wishlisting. Wildmagic Frontier já está disponível para navegadores web como uma versão completa, e a compra será feita em uma única transação.

Com o apoio de mais de 1.700 pessoas, Wildmagic Frontier mostra que a fusão entre deck‑building e tático pode ainda encontrar novos públicos, e que a estética de miniaturas pode ser trazida para o digital sem perder a sua essência.

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