Análise: Razer Diamondback

O novo Razer Diamondback pode não ser o flagship que o último rato da Razer que analisei, mas é uma proposta interessante na mesma. É um rato mais tradicional sem grande inovação mas que acerta em todas as marcas do que é necessário para um bom rato gaming e se estão à procura de um bom rato com fio é uma boa proposta.

Isto não quer no entanto dizer que não tenha falhas, especialmente quando temos o preço em conta, uma vez que há propostas bem mais acessíveis que oferecem até talvez mais valor por euro gasto.

Ao tacto é um bom rato com bons acabamentos e promete resistência com um cabo reforçado e plásticos resistentes. O clique é satisfatório é o atrito é pouco em todas as superfícies. Em termos de resposta está ao nível de outros produtos da Razer, sendo até ligeiramente superior ao Naga Epic aqui analisado recentemente, pelo menos na experiência que tive.

Como todos os produtos da Razer actualmente, todas as configurações podem ser alteradas no software próprio da Razer, o Synapse. Podemos alterar as definições de sensibilidade e sendo este um rato RGB podemos alterar as cores que percorrem o rato. Em termos de cores temos tudo à escolha, no entanto não irão notar grande diferença entre alguns tons que escolherem no ecrã quando estes passarem para o rato. Se não são fãs do Synapse, não se irão ver livres dele aqui.

Visualmente não é o rato mais original do mercado. Ignorando o factor RGB é um rato bastante banal é que passa bastante despercebido durante o dia, ganhando outra vida durante a noite quando o efeito RGB lhe dá melhor aspeto, mas sem nunca deslumbrar. É novamente no preço que a Razer nos põe na dúvida. O Razer Diamonback é um bom rato, mas por este preço existem demasiadas alternativas no mercado para se destacar.

Não posso dizer que este seja o melhor rato do mercado, nem sequer que é o melhor neste nível de preço, mas em quase tudo que a Razer coloca no mercado, é bom, é isso é suficiente na altura de comprar um rato.

Tiago Roque

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