Análise: Moero Chronicle

Moero Chronicle é o nome apropriado para um  RPG de personagens femininas cheio de fetishes anime. Cada personagem do grupo possui dois traços de moe, um termo que representa um certo fetishe em anime. Estes vão de Nice butt até Animal Ears e tudo neste jogo desde a jogabilidade central até o design das personagens, é focado  nesta fetichização de traços femininos. A história de Moero Chronicle fala dee um personagem de anime de harém tipicamente mal-intencionado chamado Io que habita um mundo onde Monster Girls e humanos existem harmoniosamente até que um dia, uma misteriosa personagem e as suas irmãs monstruosas começam a odiar humanos.

Durante as suas aventuras, Io e Lilia encontram Otton, uma criatura morsa dcom uma aparência fálica. Otton está numa busca para acumular tantas calças usadas como ele pode, o que tendo em conta o jogo que estamos a falar é talvez o aspecto que faz mais sentido em todo o jogo. Os três deslocam-se em  missão através de uma série de masmorras com motivos inexplicável na sua busca para encontrar a mítica Legendary Monster Girl. Se o género de jogo faz parte das vossas preferências e gostam de uma história simples e cómica então Moero Chronicle acaba de se tornar um jogo a ter em conta.

O problema de Moero Chronicle é ser um dungon crawler com combate por turnos, e com a excepção de algumas sagas de luto isto normalmente tende a dar para o torto no que toca à originalidade. Isso é especialmente verdadeiro se essas batalhas aleatórias podem ocorrer literalmente a cada passo que o jogador dá.  Moero Chronicle tem alguns sistemas únicos para adicionar um pouco de variedade a esta receita. Cada uma das meninas tem dois traços moe e ter uma combinação de vários traços no grupo fará surgir a fúria de Otton e conceder vários bónus durante o combate. Além de agradar os desejos de uma certa criatura de morsa, as próprias luxúrias mal disfarçadas de Io são uma parte fundamental do jogo. Entre todas as rondas de combate, Io tem a chance de carregar ou liberar sobre um dos personagens para dar-lhes um impulso para a próxima acção. Podem ler nas entrelinhas para perceber realmente este jogo.

Ainda assim, nunca encontrei uma situação em que a gestão do libido de Io se revelasse-se fundamental para os combates. Uma vez que as batalhas são realmente simples. O jogador apenas tem de jogar da forma mais simples e ocasionalmente usar um item quando as coisas estão a ficar complicadas. Algumas inovações menores certamente não são suficientes para impedir que as batalhas aleatórias de Moero se tornem muito repetitivas. É meio divertido mas primeiras horas, mas ao fim de algum tempo tudo começa a saber ao mesmo.

Como que a admitir todos estes problemas, o jogo oferece a opção de avançar rapidamente através de batalhas, onde as personagens monstruosas atacarão  até a batalha acabar. Em pouco tempo, o jogador estará ultrapassando rapidamente através da maioria dessas batalhas, com sua única entrada manual ser para completar periodicamente a saúde e mana do grupo e em batalhas contra bosses.  Falando destas batalhas, ganhar companheiros para o seu grupo de cinco é feito através de encontrá-los em masmorras. Normalmente, somos confrontados por uma rapariga monstruosa que podemos trazer para o nosso grupo através de um mini jogo realmente sugestivo.

Uma vez que o jogador está fora de uma das várias masmorras, pode voltar para a pousada na cidade. Esta pousada tem uma ocupação bastante impressionante, pois o jogador pode colectar até 50 garotas monstruosas para morar lá. Aqui pode periodicamente conversar com uma das meninas, que geralmente assumirá a forma de exibir um dos seus grupos  de personalidade. Também podemos aumentar o nível de intimidade das suas senhoras ao gastar pontos ao fornecer-lhes esfregões suplementares ou dar-lhes presentes. Bem acho melhor acabar esta análise porque está-se a tornar realmente estranho.

 

 

Tiago Roque

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