Análise: RocketsRocketsRockets

RocketsRocketsRockets baseia-se apenas numa batalha onde o jogador pode disparar rockets contra os seus oponentes. O jogador tem também tem minas penduradas atrás de si e bombas que caem e cada jogador tem três vidas, sendo que as pode perder a atacar-se a si próprio também. Temos quatro opções de rockets para jogar, o que afeta coisas como a velocidade de movimento e cada partida move-se a um ritmo frenético que às vezes pode parecer caótico e incontrolável. Este modo pode ser jogado a solo ou com até outros 3 jogadores, com cada slot não usado a ser ocupado pela IA.

Jogar sozinho não é propriamente divertido e apesar do jogo ter uma curva de aprendizagem considerável, a realidade é que não oferece muito ao jogador. Este é claramente um jogo projectado para ser jogado com amigos e não sozinho. Ser capaz de falar e jogar contra os amigos torna este modo bastante mais divertido e mesmo assim depois de algumas horas este primeiro impacto que é genuinamente interessante, acaba por se desvanecer e o jogo torna-se aborrecido e repetitivo de forma abrupta.

RocketsRocketsRockets conta ainda com um outro modo mais zen em que o jogador pode criar uma espécie de visual para a banda sonora mas além de ser inferior em termos de qualidade ao modo principal pouco mais oferece em termos de longevidade ao jogo.

No geral, o modo principal de RocketsRocketsRockets é divertido, mas dura realmente pouco, não em termos de conteúdo mas sim nesse sentimento de diversão. É realmente rápido a tornar-se repetitivo e sem qualquer tipo de pensamento mais complexo o jogo acaba por aí, num vazio e escondido na lista de pequenos jogos para a Switch que deixamos ficar porque podemos querer voltar a jogar um dia, mas que sabemos que esse dia nunca chegará.

Tiago Roque

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