Análise: World of Two

Em World of Two controlamos um android criado por um professor para explorar a superfície da Terra depois de um evento que matou toda a gente, ou pelo menos assim acredita o professor. Pensando ser o único sobrevivente ele cria um android que essencialmente tem a função de trazer de volta a vida a um planeta desolado. À medida que vamos criando vida, o professor vai-nos ajudando, com pistas sobre sobre mais locais para explorar.

O jogador tem de recolher energia natural para criar genes para juntar e recolher ADN. Alguns apenas têm uma combinação, enquanto que outros têm várias combinações possíveis. Depois de começar-mos a criar uma nova vida, temos de recolher o DNA dela, através de um minijogo simples. Tudo o que precisamos de fazer é escolher a sequência correta que completa a metade inferior da sequência e não há limite de tempo.

Se gostam de arte pixel então World of Two é um jogo bastante bonito e a banda sonora também é muito agradável. É um jogo calmo que não nos pede grandes reflexos ou a atenção de uma história muito elaborada. A música baseada essencialmente no piano assenta perfeitamente na atmosfera do jogo. Tanto as personagens como as criaturas são realmente bonitas e os fundos então são fantásticos. São gráficos simples, mas repletos de emoção.

World of Two é essencialmente um jogo para quem procura uma experiência calma, mas com jogabilidade. Muitos jogos não conseguem o equilíbrio entre estilo e substância que World of Two tem e quando tentam ser uma experiência calma, simplesmente tornam-se aborrecidos. Felizmente World of Two destaca-se pela positiva.

Tiago Roque

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