Análise: Super Killer Hornet Resurrection

Super Killer Hornet Resurrection é o cruzamento de dois conceitos tão diferentes que o facto de funcionarem juntos por si só é razão para comprar este jogo. Por um lado temos um shooter, bastante tradicional, um Bullet Hell, onde mais importante que acertar nos inimigos é evitar os disparos inimigos. Por outros temos matemática.

No inicio Super Killer Hornet Resurrection parece um jogo bastante normal, sem nada que o distinga da concorrência além de ser bastante competente naquilo que faz. A variedade de inimigos é considerável e os cenários são bastante distintos. Podemos escolher uma de três naves diferentes, cada uma com variações de poder de fogo e ângulo da arma. As bombas que ocasionalmente temos são a forma de fugir quando a nossa destreza de dedos já não nos pode salvar.

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Aquilo que torna Super Killer Hornet Resurrection é realmente o facto de durante o jogo pequenas equações serem mostradas no meio do ecrã. Se as conseguirmos resolver então a nossa nave irá subir de nível e o multiplicador de pontuação irá também crescer. Mas não se trata de apenas acertar para obter os bónus, pois errar traz consigo duas desvantagens. Além de não receberem os bónus vão ainda receber uma penalização, que reduz o nível da nave.

Pode não parecer muito complicado, mas os bónus que se obtém por melhorar a nave são consideráveis e alguns bosses obrigam a que o jogador acerte no resultado. Graficamente não é um jogo com o melhor dos aspectos. Mesmo que gostem de um aspecto retro, o que vão encontrar aqui não é propriamente o melhor que existe no mercado.

Felizmente a banda sonora é mais que competente. Este não é um jogo longo ou muito complexo, com muitos mais sistemas que valha a pena falar.

Tiago Roque

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