Análise: Marvel’s Guardians of The Galaxy Episode 5: Don’t Stop Believin’

A primeira temporada de  Guardians of the Galaxy da TellTale chegou ao fim com um final da qualidade a que a TellTale nos tem vindo a habituar. A qualidade dos episódios dos jogos da TellTale tem tendência a subir ao longo da temporada e aqui acontece exactamente isso. Ao longo destes cinco episódios vimos personagens a crescerem à nossa frente, com muitas a terem bastantes diferenças com o material de origem mas no final além de as diferenças serem mínimas, mesmo aceitando que sejam uma espécie de versão da TellTale destas, nenhuma delas fica a dever nada às presentes noutros universos.

A história pode variar mas para mim o episódio começou com o grupo completamente separado. Star Lord e Rocket estavam juntos mas Groot tinha ido com Mantis, Gamora desapareceu e Drax estava aparentemente morto. Com Hala a atacar a galáxia com a ajuda do poder da Infinity Forge e com os guardiões separados cabe a apenas Star Lord e Rocket salvar a galáxia, isto até aparecer o filho de Hala para nos ajudar. Descontente com a liderança da mãe da raça Kree ele promete ajudar fazendo-se passar por refém, o que acaba por levar a uma reunião do grupo promovida por Peter Quill que tem de explorar o seu intimo e as suas emoções para voltar a juntar o grupo.

A história é simples, mas emocionante e sentimental para quem conseguiu criar alguma empatia pelas personagens, mas em termos de mecânicas de jogo e progressão do episódio não há muito mais para destacar que já não tenha sido referido em episódios anteriores. Além de escolhas que fazemos não há nada de novo nesse aspecto, no entanto no final do episódio temos direito às estatísticas de final de temporada que a TellTale nos tem habituado e que estão cada vez melhores.

Aquilo que eu gostaria de destacar negativamente é a duração do episódio. Apesar de a duração ser semelhante à dos restantes episódios, pessoalmente estava à espera de um episódio um pouco maior. Parte do episódio explora algum do passado do grupo e como se conheceram e acho que essa ideia poderia ter sido muito melhor aproveitado. Fica a ideia de que os episódios dos jogos da TellTale têm vindo a ficar cada vez mais pequenos e em Guadians of the Galaxy isso acontece, portanto seria pelo menos simpático oferecer aos fãs um episódio um pouco maior no final.

Com este final parece ficar também confirmada uma segunda temporada, com uma cena pós créditos muito ao estilo daquilo  a que  a Marvel nos habituou no seu MCU.

Tiago Roque

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