Análise: Air Conflicts: Pacific Carriers

Os simuladores de voo não estão nos seus melhores dias, com pouco interesse por parte dos jogadores, talvez por causa de jogos como Battlefield onde além de toda a ação a pé e com outros veículos ainda se pode controlar aviões, remetendo para segundo plano jogos apenas focados neste aspecto.

Air Conflicts Pacific Carriers é um simulador de voo que já está disponível no Steam à um mês e está agora a 50% de desconto. Este é um dos jogos mais genéricos da Segunda Guerra Mundial que eu já joguei. Foi bom jogar um jogo da Segunda Guerra Mundial que não é um FPS mas este jogo é aborrecido e repetitivo e fica muito atrás de basicamente todos os jogos do gênero que já joguei. Foi divertido no início, mas foi por água abaixo após a primeira missão e mesmo essa tem os seus momentos.

Em Pacific Carriers, podem optar por ser um piloto americano, ou um piloto japonês. Como mencionado acima, o jogo passa-se na Segunda Guerra Mundial, mais precisamente nos confrontos entre EUA e Japão no pacifico, começando por Pearl Arbor por exemplo, tendo o jogador o lado po que quer lutar (SPOILER: os EUA ganham). A jogabilidade é bastante genérica e fácil para um jogo de simulação aérea da Segunda Guerra Mundial; usamos aviões de 1940 para lutar em algumas dogfights, e depois bombardear um alvo certo ou afundar um navio. Os controlos foram decentes com um comando da Xbox 360, mas com o rato tudo se complica um pouco em termos de precisão.

Voar e combater não é em si mau, os combates são desafiantes, com os aviões inimigos a conseguir evitar a nossa mira assim que lhes acertamos as primeiras vezes, apesar de até lhes acertarem estes voassem como se nada se passa-se. Os gráficos e efeitos sonoros não são brilhantes, mas estão no mediano agradável, mantendo-se os standards desta geração. Como dito acima, a única coisa que mata toda a experiência é repetir o estilo de objetivos das missões.

Tiago Roque

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