O ano está quase a acabar e chega à altura de realçar o que de melhor foi lançado em 2025. Tal como no ano passado iremos atualizar este artigo durante o mês e adicionando uma categoria por dia, ou pelo menos esse é o plano. As categorias irão ser semelhantes às do ano passado, sem novidades este ano. Existiram muitos e bons lançamentos durante o ano, desde excelentes propostas indie como Clair Obscur: Expedition 33, o regresso de Hollow Knight e Kingdom Come: Deliverance II, assim como umas centenas de jogos indie fantásticos. Fiquem atentos e deixem as vossas opiniões durante o mês. Nem todos os bons jogos passaram pelo nosso site, incluindo os três jogos que acabei de referir, portanto os vencedores poderão ser bastante diferentes de outras publicações.
Categorias
Melhor Jogo de Condução: F1 25

F1 25 destaca-se como o melhor jogo de condução do ano por combinar uma das simulações mais refinadas da série com um conjunto de novidades que realmente elevam a experiência. A física revista oferece um equilíbrio raro entre realismo e acessibilidade, tornando cada curva mais credível sem afastar quem não é especialista. O modo Braking Point regressa com mais impacto narrativo, enquanto My Team foi reestruturado para oferecer decisões estratégicas mais relevantes. Visualmente, o jogo atinge um novo patamar, graças a pistas melhoradas e digitalizações mais rigorosas, acompanhadas por um áudio de pista extremamente imersivo. A inclusão de pistas em sentido inverso demonstra ambição e atenção à variedade, e o conjunto resulta num pacote que não se limita a manter a tradição anual da série, mas redefine o patamar de qualidade esperado num simulador de condução moderno.
Melhor Jogo de Ação: Ghost of Yōtei

Ghost of Yōtei impõe-se como o melhor jogo de ação do ano porque combina com mestria um combate visceral e refinado com uma ambientação cinematográfica e um mundo rico em significado. O combate — com katanas, odachi, kusarigama, armas de fogo e ataques dourados — devolve o peso de cada golpe, transforma cada duelo numa experiência intensa e oferece variedade táctica suficiente para agradar tanto a fãs de ação como a jogadores mais estratégicos. A protagonista, Atsu, com a sua sede de vingança e fragilidade interior, confere ao enredo um tom mais sombrio e introspectivo do que o habitual, tornando a história de vingança mais humana e carregada de emoção. Por fim, o trabalho artistico e técnico da Sucker Punch Productions — a recriação da região de Ezo, a direcção cinematográfica, os modos visuais inspirados em cinema japonês e a atmosfera criada pela música e ambientação — transformam o jogo numa experiência completa, imersiva e inesquecível, digna de figurar no topo dos melhores jogos de acção da actual geração.
Melhor Jogo de Luta: Fatal Fury: City of the Wolves

Fatal Fury: City of the Wolves afirma-se como o melhor jogo de luta de 2025 ao conseguir revigorar uma franquia clássica com mecânicas modernas e uma identidade visual forte. O seu sistema de combate mantém o essencial da série — o 2D de quatro botões — mas introduz o inovador REV System e o Selective Potential Gear (SPG), que acrescentam camadas estratégicas profundas às batalhas: decidir quando usar ataques potenciados, gerir a barra de energia e ponderar dano vs sobrevivência transforma cada luta numa dança tática entre ataque e defesa. Este equilíbrio entre nostalgia e novidade torna o jogo atraente tanto para veteranos da série como para novos jogadores — especialmente com a opção de controlo simplificado (Smart Style). Visualmente, o estilo cel-shaded com influências de banda desenhada e anime dá-lhe uma estética distinta e vibrante, enquanto animações e efeitos especiais tornam os combates visualmente impactantes. Mesmo com algumas escolhas polémicas — como personagens “crossover” menos integradas narrativamente —, o jogo entrega uma experiência de luta estilizada, acessível e com profundidade suficiente para se destacar como o título de luta do ano
Melhor Roguelike: Absolum

Absolum destaca-se como o roguelike do ano por conseguir reinventar a fórmula beat ’em up clássica com a profundidade e rejogabilidade típicas dos roguelites modernos. A jogabilidade revela-se brutalmente precisa e satisfatória: cada golpe tem peso, cada esquiva ou contra-ataque exige timing, e o sistema recompensa não a repetição de movimentos, mas combinações inteligentes e fluídas de ataques, magias e mobilidade. As quatro personagens jogáveis — com estilos distintos: espada, magia, mobilidade e força bruta — garantem variedade real e permitem ao jogador escolher a abordagem que mais lhe agrada. A componente roguelike entra em jogo com os “Rituais” e upgrades aleatórios a cada run, que transformam radicalmente o estilo de combate e incentivam a experimentação — tornado de fogo, relâmpagos, torres de espinhos, invocações, entre muitas outras possibilidades — criando builds únicas e diferentes a cada tentativa. A nível estético e atmosférico, Absolum conquista com arte 2D pintada à mão, cenários evocativos e uma paleta de cores que reforça o ambiente fantástico e sombrio de Talamh, e com uma banda-sonora e efeitos sonoros que elevam o ritmo e a intensidade dos combates. No conjunto, Absolum não é apenas um beat ’em up mais moderno: é um roguelike com alma, ambição e identidade própria — um título com força para se tornar clássico e lugar justificado no topo de 2025.
Melhor História: Death Stranding 2: On the Beach

Death Stranding 2: On the Beach revela-se como a experiência narrativa mais poderosa de 2025 porque transforma o conceito de entregas num épico existencial sobre conexão, solidão e redenção. A jornada de Sam Porter Bridges, desta vez a percorrer territórios simbólicos — ecos de México e Austrália distorcidos —, ganha nova profundidade após os eventos do primeiro jogo: as batalhas internas, a reconstrução de laços e a busca por sentido num mundo fragmentado elevam a narrativa a algo maior do que a mera entrega de encomendas. As personagens — desde alianças enigmáticas a antagonistas com motivações complexas — são, cada uma à sua maneira, reflexos vivos de dor, esperança e ambivalência, capazes de provocar empatia e questionamentos existenciais. E tudo isso acontece num mundo que é simultaneamente belo e perturbador, com ambientes e metáforas visuais que reforçam os temas de isolamento, comunhão e vulnerabilidade humana. Em suma: Death Stranding 2 não é apenas um jogo — é uma experiência emocional, simbólica e meditativa, com uma narrativa feita para tocar o jogador.
Melhor Jogo Co-Op: Split Fiction

Split Fiction afirma-se como o melhor jogo cooperativo do ano porque transforma cooperação em diversão pura e constante, com mecânicas criativas e uma dose de imprevisibilidade que mantém o entusiasmo. O jogo nasceu desde o início como experiência pensada para duas pessoas (personagens Mio e Zoe) que precisam de coordenar ações, saltos, habilidades e timing — uma dinâmica de cooperação verdadeira e envolvente.
Além disso, oferece imensa variedade: cada nível muda drasticamente — de cenários de ficção científica a mundos de fantasia — e com eles mudam mecânicas, poderes e desafios: plataformas, stealth, puzzles, combates, veículos e até momentos surreais de humor e criatividade. A essas inovações junta-se a funcionalidade de “Friend’s Pass”: basta um jogador comprar o jogo para que outro possa jogar gratuitamente — o que remove a barreira da compra dupla e torna o co-op mais acessível. No global, Split Fiction não é apenas um jogo cooperativo: é uma experiência pensada para ser vivida a dois — divertida, imprevisível, cheia de surpresas e ideal para partilhar. Por tudo isto, está perfeitamente justificado como o melhor co-op de 2025.
Melhor Gameplay: Ghost of Yōtei

Ghost of Yōtei destaca-se como o vencedor absoluto de Melhor Gameplay de 2026 por entregar um sistema de combate que combina precisão técnica, fluidez e impacto de uma forma rara até nos melhores jogos de ação modernos. Cada arma — desde as katanas e o odachi até à kusarigama — oferece um estilo distinto, com timings próprios, animações dedicadas e um peso que faz cada duelo parecer coreografado mas imprevisível, sempre dependente da leitura do inimigo e da execução do jogador. A inclusão de armas de fogo como complemento estratégico acrescenta ainda mais ritmo e controlo às lutas, sem quebrar a identidade samurai do jogo. Para além disso, a estrutura de mundo aberto é usada inteligentemente para sustentar a jogabilidade: encontros opcionais, bosses dinâmicos, patrulhas inimigas e zonas que incentivam a experimentação criam um fluxo constante de combate que nunca se repete. Juntando tudo — o feedback perfeito das animações, os efeitos sonoros que reforçam cada golpe, o equilíbrio entre agressividade e defesa e a variedade de abordagens possíveis — Ghost of Yōtei constrói uma das experiências de ação mais completas, envolventes e polidas da geração, justificando plenamente o título de melhor gameplay de 2026.
Melhor RPG: Lost Soul Aside

Lost Soul Aside brilha como candidato a Melhor RPG de 2026 porque consegue fundir o melhor de dois mundos — a intensidade de um action/hack-and-slash com a profundidade e personalização típica de um RPG — de forma coesa e empolgante. O sistema de combate permite trocar armas em tempo real (espada, grande espada, poleblade, foice), combinando ataques leves e pesados, magias e habilidades especiais com a entidade companheira Arena, o que dá enorme liberdade ao jogador para definir o seu estilo e adaptar-se a diferentes desafios. A progressão via árvore de habilidades e a personalização de armas transformam a evolução de Kaser num verdadeiro crescimento de personagem — não só mais forte, mas também mais versátil e alinhado com o estilo de combate preferido. Além disso, os cenários variados — de ruínas alienígenas a mundos dimensionais — e a sensação de aventura interdimensional enriquecem a exploração, tornando cada nova área uma experiência distinta e sempre cheia de mistério. Mesmo com críticas à narrativa e à consistência técnica, Lost Soul Aside entrega o que muitos procuram num RPG moderno: ação fluida, customização significativa, combate estiloso e momentos de desafio e espetáculo. Para quem aprecia RPGs com adrenalina e estilo, é uma das experiências mais representativas do ano — e perfeitamente justificada para entrar entre os melhores RPGs de 2026.
Melhor expansão/DLC: Lies of P: Overture

Lies of P: Overture confirma-se como a melhor DLC do ano porque enriquece profundamente tudo o que fez de Lies of P um sucesso: oferece novas áreas densas e visualmente impressionantes, combate renovado com armas inéditas e confrontos contra bosses memoráveis que elevam o nível de desafio e tensão ao máximo. A expansão compensa a espera — cerca de 15 – 20 horas para jogadores experientes — com design de níveis criativo, inimigos e mecânicas originais, mantendo o tom sombrio e atmosférico do jogo base. Além disso, Overture aprofunda o lore e a narrativa da cidade de Krat, oferecendo redescobertas inesperadas e uma experiência narrativa e emocional que dá peso à expansão, especialmente para quem se envolveu com a história original. Apesar de algumas críticas à dificuldade elevada (particularmente em New Game Plus) e à necessidade de desbloquear o DLC apenas após certo ponto da campanha, o equilíbrio entre desafio, conteúdo novo e fidelidade ao espírito do jogo torna Overture uma adição obrigatória e um padrão-ouro para expansões no género soulslike.
Melhor Arte: Ghost of Yōtei

Ghost of Yōtei eleva a direção de arte e a estética visual de videojogos a um novo patamar, transformando cada paisagem, cada momento e cada detalhe num quadro vivo. O design artístico privilegia a emoção e a atmosfera acima do mero realismo — florestas, montanhas nevadas, aldeias, planícies e vilas Ainu são pintadas com uma paleta vibrante e variada, mudando sazonalmente e transmitindo diferentes humores e sensações. O uso de tecnologias modernas (como ray tracing, iluminação dinâmica e desempenho otimizado no PS5/PS5 Pro) serve efetivamente à criação de ambientes densos e realistas — grama que se move com o vento, neve que cede sob os pés, marcas deixadas por impactos e interações mais orgânicas com o mundo — sem sacrificar a liberdade de exploração ou a fluidez da experiência. Para além da beleza pura, a direção artística de Ghost of Yōtei consegue sintetizar tradições visuais japonesas com sensibilidade contemporânea: templos, arquitetura, vestuário e símbolos culturais são representados com respeito e autenticidade, mas adaptados de forma funcional ao gameplay — resultando num mundo que parece real e crível, mas também carregado de atmosfera. Finalmente, os modos visuais alternativos — inspirados no cinema samurai clássico e no estilo de diretores japoneses — permitem ao jogador viver diferentes interpretações estéticas do mesmo mundo: de tonalidades dramáticas em preto e branco a visuais mais sangrentos e sujos, passando por uma atmosfera introspectiva ou mais estilizada, conforme a escolha. Isso reforça a versatilidade e a ambição artística do estúdio — e cimenta Ghost of Yōtei como um dos jogos mais visivelmente impressionantes da geração.
Melhor mensagem: Spilled!

Spilled! destaca-se como jogo com a “melhor mensagem” do ano porque, através de mecânicas simples e acessíveis, consegue transmitir de forma clara e emocional a urgência da crise ambiental e o valor da responsabilidade individual. No jogo, ao controlar um pequeno barco e limpar derrames de óleo, lixo e poluição de rios e oceanos, o jogador não só vivencia o impacto da poluição como participa ativamente da reparação — e vê os efeitos imediatos dessas ações, com águas que se tornam cristalinas e vida marinha retornando. A escolha de uma estética acolhedora e relaxante — pixel art suave, ritmo calmo, ausência de pressa ou falhas punitivas — permite que o jogo comunique seu tema de forma inclusiva e empática, convidando jogadores de todos os perfis a refletirem sobre meio ambiente sem tom alarmista ou moralista. Além disso, o facto de ser um projecto independente — desenvolvido por uma única pessoa que vive num barco, inspirada por sua própria vivência próxima do mar — confere autenticidade e sinceridade à mensagem: Spilled! não é apenas um produto de entretenimento, mas uma declaração pessoal sobre cuidado com a natureza e a urgência de mudança.
Melhor Jogo Indie: Rift of the Necrodancer

Rift of the NecroDancer conquista o lugar de Melhor Jogo Indie de 2025 por reinventar a fórmula dos jogos de ritmo de modo criativo e profundamente viciante. O jogo transforma batalhas em sincronizações musicais: em vez de notas clássicas, os inimigos — cada um com padrões diferentes — materializam-se nos “canais” da pista e exigem que o jogador aperte os botões com precisão musical para os derrotar, fundindo ritmo e ação de forma fluida e satisfatória. Além disso, o jogo oferece variedade e longevidade raras num indie: uma trilha sonora forte e diversificada, dezenas de músicas com vários estilos, modos diferentes (lutas rítmicas, boss-fights, minijogos e um modo “Remix” que gera mapas aleatórios), e até suporte para criar faixas personalizadas e compartilhá-las com a comunidade. Mesmo para quem não é fã habituado de ritmo, o equilíbrio entre desafio e acessibilidade — com níveis desde “Fácil” até “Impossível” — e a possibilidade de repetir seções para treinar fazem de Rift um título convidativo mas com profundidade. Por fim, Rift of the NecroDancer prova que jogos independentes continuam a inovar e a emocionar: com estilo, som, ritmo e design desenhado à medida da experiência — resulta num pacote completo, memorável e genuinamente “indie”, ideal para quem procura algo fora dos AAA sem perder qualidade.
Melhor FPS : Battlefield 6

Battlefield 6 afirma-se como o melhor FPS do ano ao recuperar com sucesso a essência que tornou a série referência no género, combinando tiroteios intensos e tácticos com uma escala e fluidez que poucos jogos conseguem igualar. A jogabilidade coloca um forte foco em gunplay responsivo e satisfatório, com armas que parecem potentes e realistas, balística credível e feedback sonoro que reforça cada tiro e cada abate — trazendo uma sensação de ação visceral e recompensadora que tanto fãs veteranos como novos jogadores apreciam. O multiplayer, sobretudo nos modos clássicos como Conquest, oferece confrontos amplos, dinâmicos e envolventes, onde estratégia de equipa, controlo de território e momentos cinematográficos surgem naturalmente, criando partidas que são tanto épicas quanto divertidas. Além disso, o jogo é tecnicamente sólido e bem otimizado, permitindo desempenho suave e taxas de fotogramas elevadas em várias plataformas — desde PC com suporte a upscalers como DLSS e FSR até consolas com modos de desempenho que chegam perto dos 120 FPS — o que garante uma experiência técnica à altura das expectativas de um grande shooter moderno. Com uma recepção crítica positiva e uma comunidade vibrante, Battlefield 6 não só recupera o prestígio da franquia como também redefine o que se espera de um FPS competitivo e cinematográfico em 2025/2026, justificando plenamente a sua escolha como o Melhor FPS do ano.
Jogo mais inovador: Split Fiction

Split Fiction merece sem dúvida o título de Jogo Mais Inovador porque redefine o que um videojogo cooperativo pode ser ao fundir mecânicas de ação, plataformas e narrativa de formas surpreendentes e constantemente novas. Cada nível apresenta ideias originais e inesperadas — desde transformar-se em criaturas distintas como fairies ou gorilas para resolver puzzles até dominar dragões gigantes, participar em duelos de dança ou resolver labirintos com bolas inteligentes — fazendo com que a experiência seja sempre fresca e cheia de descobertas. Essa constante reinvenção de estilos e desafios não é apenas cosmética: obriga os jogadores a adaptar-se, comunicar e coordenar com o parceiro de jogo de maneiras que poucos títulos conseguem. Além disso, Split Fiction expande o conceito tradicional de cooperação ao integrar variedade absurda de géneros e mecânicas dentro de um único título, mantendo a fluidez e diversão sem cair na repetição — algo que a crítica e a comunidade destacaram repetidamente como um dos pontos mais inventivos do jogo. No seu conjunto, a abordagem criativa ao design de níveis, a diversidade constante de experiências de jogabilidade e a forma como cada capítulo parece uma nova pegada de imaginação colaborativa fazem de Split Fiction um exemplo claro de inovação lúdica — um jogo que não só entretém, como também expande os limites do que jogos cooperativos podem alcançar.
Melhor Jogo de Plataformas: Donkey Kong Bananza

Donkey Kong Bananza destaca-se como o melhor jogo de plataformas do ano por reinventar e expandir o género de forma criativa e envolvente, ao mesmo tempo que presta homenagem às raízes clássicas da série. A combinação de exploração de mundos 3D vibrantes, mecânicas de destruição de ambiente que redefinem a interacção com os níveis e uma movimentação fluida confere ao jogo uma sensação de liberdade e descoberta rara em títulos modernos. Os níveis são construídos de forma a convidar tanto à progressão tradicional — saltos precisos, piso irregular, plataformas móveis — como à exploração emergente, onde desenterrar caminhos alternativos e segredos recompensa a curiosidade do jogador. A fluidez dos controlos, a capacidade de combinar acções como saltos, manobras aéreas e interacção com o cenário, e a vasta gama de ambientes distinto — desde cavernas subterrâneas a florestas exuberantes — fazem com que cada secção pareça fresca e emocionante. Além disso, a forte recepção crítica — com uma pontuação universal elevada e um apreço generalizado pela criatividade e diversão que o jogo proporciona — reforça o impacto de Bananza como platformer essencial do ano.
Melhor Jogo em Mundo Aberto: Ghost of Yōtei

Ghost of Yōtei merece ser celebrado como o melhor jogo de mundo aberto do ano porque eleva a exploração e a sensação de descoberta a um novo patamar sem sacrificar a narrativa e a estética que o tornam memorável. O mundo de Ezo — com vastas planícies, florestas, montanhas nevadas e cenários naturais inspirados pelo Monte Yōtei — é desenhado para convidar o jogador a percorrer cada canto por curiosidade, graças a pistas orgânicas e formas visuais de guiar a exploração em vez de depender de mapas saturados de ícones. A abordagem de design de mundo aberto privilegia fluidez e sensação de liberdade: muitos objetivos e actividades secundárias surgem de forma natural no ambiente, e os sistemas de navegação como o vento ou sinais de fauna ajudam a orientar sem interromper imersão. Mesmo os encontros e quests opcionais são integrados no tecido do mundo de forma que explorá-lo nunca se sente como mera “checagem de listas”, mas como parte de uma verdadeira jornada por um território crível e evocativo. Mais do que um mapa grande e bonito, Ghost of Yōtei consegue fazer com que cada distância percorrida — a cavalo, a pé ou apenas contemplando o horizonte — pareça recompensadora, enquanto a densidade de pontos de interesse e a ligação emocional entre história e ambiente transformam a exploração num elemento narrativo tão forte quanto o combate ou as cutscenes.
Melhor Jogo Multiplayer: Battlefield 6

Battlefield 6 afirma-se como o melhor jogo multiplayer do ano por recuperar e refinar aquilo que sempre distinguiu a série: batalhas em larga escala onde cooperação, estratégia e caos controlado coexistem de forma única. Os modos clássicos, como Conquest e Breakthrough, beneficiam de mapas bem desenhados, com múltiplas rotas, verticalidade e destruição dinâmica que garante que nenhuma partida decorre da mesma forma. O gunplay é sólido e responsivo, mas é na dinâmica de equipa — classes bem definidas, veículos terrestres e aéreos, e objetivos claros — que o jogo brilha verdadeiramente, promovendo jogo coletivo em vez de individualismo puro. Cada combate gera momentos emergentes e cinematográficos, desde ataques coordenados a bases até reviravoltas inesperadas provocadas pela destruição do cenário. No conjunto, Battlefield 6 não só devolve identidade e confiança à série, como oferece uma experiência multiplayer profunda, imprevisível e altamente rejogável, merecendo plenamente o título de melhor jogo multiplayer do ano.
Melhor Jogo de Estratégia: Farthest Frontier

Farthest Frontier destaca-se como o melhor jogo de estratégia do ano por oferecer uma experiência de construção e gestão profunda, exigente e surpreendentemente humana. Ao colocar o jogador no comando de uma pequena comunidade isolada, o jogo obriga a decisões constantes que vão muito além da simples optimização de recursos: é preciso gerir cadeias de produção complexas, equilibrar crescimento populacional, garantir alimentação, saúde e felicidade, e adaptar-se a ameaças externas como doenças, clima adverso e ataques inimigos. A progressão é lenta, mas deliberada, recompensando planeamento a longo prazo e leitura cuidada do território, enquanto o sistema económico e social cria consequências reais para cada escolha. Com uma interface clara, enorme profundidade mecânica e um ritmo que valoriza estratégia em vez de pressa, Farthest Frontier prova que o género ainda tem espaço para experiências exigentes, envolventes e altamente satisfatórias, afirmando-se como uma referência moderna nos city builders e jogos de estratégia.
Melhor Jogo de Terror: Hell is Us

Hell is Us afirma-se como o melhor jogo de terror do ano por apostar num horror psicológico e atmosférico que se constrói lentamente, sem recorrer a sustos fáceis ou excesso de explicações. O jogo cria um sentimento constante de desconforto através da sua abordagem minimalista: não há mapas tradicionais, marcadores ou orientação clara, obrigando o jogador a confiar na observação, na intuição e no próprio ambiente. Essa ausência de ajuda transforma a exploração num acto tenso e inquietante, onde cada ruína, cada silêncio e cada encontro com criaturas estranhas reforça a sensação de isolamento e ameaça permanente. O combate, deliberado e pesado, contribui para a vulnerabilidade do jogador, enquanto o mundo fragmentado e simbolismo constante alimentam um terror mais intelectual e emocional do que explícito. No conjunto, Hell is Us destaca-se por tratar o medo como experiência sensorial e narrativa, oferecendo um terror maduro, persistente e profundamente perturbador, plenamente merecedor do título de melhor jogo de terror do ano.
Melhor sequela: Death Stranding 2: On the Beach

Death Stranding 2: On the Beach impõe-se como a melhor sequela do ano por conseguir fazer algo raro: expandir de forma significativa a visão original sem trair a sua identidade. O jogo pega nas bases do primeiro Death Stranding — a travessia, a ligação entre jogadores e a reflexão sobre conexão humana — e aprofunda-as com novas mecânicas, maior variedade de situações e um ritmo mais equilibrado, tornando a experiência mais rica e fluida. A narrativa avança de forma mais confiante e ambiciosa, explorando as consequências do mundo reconstruído e levando as personagens para territórios emocionais e temáticos mais complexos. Ao mesmo tempo, as melhorias na jogabilidade, no design de missões e na apresentação técnica demonstram uma clara aprendizagem face ao jogo original. No conjunto, Death Stranding 2 não se limita a ser “mais do mesmo”: é uma evolução consciente, ousada e madura, que justifica plenamente o seu lugar como uma das sequelas mais marcantes da geração.
Melhor Soulslike: Elden Ring: Nightreign

Elden Ring: Nightreign afirma-se como o melhor soulslike do ano por conseguir expandir a fórmula consagrada da FromSoftware sem perder a identidade que define o género. O jogo introduz uma abordagem mais focada na noite, na exploração vertical e em ciclos de perigo acrescido, transformando o mundo aberto numa experiência ainda mais opressiva, imprevisível e fascinante. O combate mantém a precisão, exigência e leitura cuidadosa dos inimigos, mas ganha nova profundidade com inimigos inéditos, bosses memoráveis e variações mecânicas que obrigam o jogador a reaprender hábitos adquiridos. A atmosfera é mais densa e ameaçadora, com direção artística e sonora que reforçam a sensação constante de risco e descoberta. No conjunto, Nightreign não só honra o legado de Elden Ring como o refina e intensifica, oferecendo uma experiência desafiante, coerente e inesquecível, plenamente merecedora do título de melhor soulslike.
Melhor Jogo em Progresso: Helldivers 2

Helldivers 2 destaca-se como o melhor jogo em progresso por demonstrar um compromisso contínuo e exemplar com a sua comunidade, evoluindo de forma consistente desde o lançamento. A Arrowhead tem conseguido manter o jogo fresco através de atualizações regulares que introduzem novos inimigos, eventos galácticos dinâmicos, armas, estratagemas e ajustes de balanceamento que alteram significativamente a forma como a guerra pela Super Terra é travada. Mais do que simples adições de conteúdo, estas mudanças têm impacto direto na narrativa emergente e na experiência coletiva dos jogadores, reforçando a sensação de participação num conflito vivo e em constante transformação. Aliando um gameplay cooperativo sólido a um suporte pós-lançamento inteligente e reativo, Helldivers 2 prova que é um jogo que cresce com o tempo, justificando plenamente o prémio de melhor jogo em progresso.
Melhor Nova IP: Absolum

Absolum afirma-se como a melhor nova IP do ano por surgir com uma identidade forte e imediatamente reconhecível, aliando um universo original a uma jogabilidade confiante e cheia de personalidade. Ao fundir a brutalidade e o ritmo dos beat ’em ups clássicos com a estrutura e rejogabilidade dos roguelikes, o jogo apresenta uma proposta fresca que se distingue claramente de outros títulos do género. O mundo de Talamh, marcado por fantasia sombria e personagens carismáticas, oferece um contexto narrativo intrigante que desperta curiosidade sem recorrer a excessos explicativos. A variedade de personagens jogáveis, estilos de combate e builds possíveis reforça a sensação de descoberta constante, enquanto a direção artística 2D pintada à mão confere-lhe uma presença visual única. No conjunto, Absolum não só estreia uma nova propriedade intelectual com confiança e ambição, como estabelece bases sólidas para um futuro promissor, merecendo plenamente o título de melhor nova IP.
Melhor Jogo de Desporto: F1 25

F1 25 afirma-se como o melhor jogo de desporto do ano por oferecer a representação mais completa, refinada e envolvente da Fórmula 1 alguma vez vista num videojogo. A simulação foi significativamente melhorada, com uma física de condução mais credível, gestão de pneus e desgaste mais realistas e um comportamento dos carros que recompensa técnica, consistência e adaptação às condições de pista. Os modos de jogo elevam a experiência para lá da pista, com um My Team profundamente reformulado e o regresso do modo Braking Point, que acrescenta contexto narrativo e emocional à competição. A isto junta-se uma apresentação audiovisual de topo, com pistas mais detalhadas, ambientes mais vivos e um som de motores e transmissões extremamente fiel. No conjunto, F1 25 não só representa o auge dos jogos de desporto motorizado, como estabelece um novo padrão de qualidade para simuladores desportivos modernos, justificando plenamente o prémio de melhor jogo de desporto do ano.
Melhor jogo de família: Mario Kart World

Mario Kart World destaca-se como o melhor jogo de família do ano por conseguir algo raro: ser imediatamente acessível a jogadores de todas as idades e níveis de experiência, sem nunca perder profundidade ou competitividade. As corridas são fáceis de compreender, os controlos intuitivos e as ajudas opcionais permitem que crianças e jogadores menos experientes se divirtam desde a primeira corrida, enquanto a variedade de pistas, personagens e itens garante desafio e estratégia suficientes para jogadores mais veteranos. O design colorido e cheio de personalidade, aliado a uma apresentação audiovisual vibrante, cria um ambiente alegre e convidativo para jogar em conjunto, seja em multiplayer local ou online. Acima de tudo, Mario Kart World é um jogo que promove momentos partilhados, risos e rivalidade saudável, tornando-se a escolha perfeita para reunir família e amigos à volta da consola e merecendo plenamente o título de melhor jogo de família do ano.
Melhor remake/reboot/remaster: Days Gone Remastered

Days Gone Remastered afirma-se como o melhor remake/remaster do ano por oferecer a versão definitiva de um jogo que merecia uma segunda oportunidade. Esta nova edição não se limita a melhorias superficiais: apresenta avanços claros na qualidade visual, com iluminação, texturas e desempenho significativamente melhorados, ao mesmo tempo que refina sistemas de jogabilidade e corrige problemas de ritmo e estabilidade que marcaram o lançamento original. O mundo aberto do Oregon pós-apocalíptico surge agora mais vivo e imersivo, reforçando a sensação de perigo constante nas estradas e nos confrontos com hordas de Freakers. Ao polir a experiência sem descaracterizar a sua identidade, Days Gone Remastered consegue reavaliar o legado do jogo original e elevá-lo a um patamar mais justo, justificando plenamente o prémio de melhor remake, reboot ou remaster do ano.
Melhor Jogo de Sobrevivência: Dune: Awakening

Dune: Awakening afirma-se como o melhor jogo de sobrevivência do ano por conseguir transportar os jogadores para Arrakis de forma autêntica, exigente e profundamente imersiva. A luta constante contra o ambiente — a gestão de água, o calor extremo, as tempestades de areia e a ameaça permanente dos vermes gigantes — faz da sobrevivência um elemento central e não apenas um sistema secundário. A progressão assenta num equilíbrio cuidado entre exploração, construção de bases, crafting e conflito, tanto contra o mundo como contra outros jogadores, criando uma sensação de risco permanente e decisões com peso real. Ao integrar estes sistemas num universo icónico, respeitando o tom político e hostil de Dune, o jogo transforma a sobrevivência numa experiência tensa, estratégica e memorável. No conjunto, Dune: Awakening destaca-se por elevar o género, oferecendo um mundo vivo, implacável e coerente, plenamente merecedor do título de melhor jogo de sobrevivência do ano.
Melhor MetroidVania: Blade Chimera

Blade Chimera afirma-se como o melhor Metroidvania do ano ao combinar uma progressão clássica baseada em exploração e desbloqueio de habilidades com um sistema de combate rápido, técnico e surpreendentemente profundo. O mapa é desenhado de forma inteligente, incentivando o regresso constante a áreas antigas com novas ferramentas que abrem caminhos alternativos, segredos e desafios opcionais. O destaque vai para a espada viva que acompanha o protagonista, uma mecânica central que influencia tanto o combate como a resolução de puzzles, acrescentando criatividade e identidade própria ao jogo. A direção artística estilizada e a atmosfera densa reforçam a sensação de descoberta e perigo, enquanto o ritmo bem equilibrado entre ação e exploração mantém o jogador constantemente envolvido. No conjunto, Blade Chimera respeita as bases do género, mas introduz ideias suficientes para se destacar, justificando plenamente o título de melhor Metroidvania do ano.
Melhor Aventura: The Drifter

The Drifter destaca-se como o melhor jogo de aventura do ano por recuperar o espírito clássico do género point-and-click e elevá-lo com uma narrativa intensa, madura e cheia de tensão. A história, marcada por conspirações, violência e temas sociais fortes, prende o jogador do início ao fim, com um ritmo raro no género e reviravoltas constantes que mantêm o mistério sempre vivo. Os puzzles são bem integrados na narrativa, lógicos e desafiantes sem se tornarem frustrantes, reforçando a sensação de investigação contínua. A estética pixel art detalhada e a excelente direção sonora contribuem para uma atmosfera opressiva e envolvente, onde cada diálogo e cada cenário têm peso narrativo. No conjunto, The Drifter prova que a aventura narrativa continua relevante quando aliada a escrita forte, ritmo eficaz e identidade própria, merecendo plenamente o título de melhor jogo de aventura do ano.
Melhor Jogo PS5: Ghost of Yōtei

Ghost of Yōtei afirma-se como o melhor jogo de PS5 por ser uma demonstração clara do que a consola é capaz de oferecer quando tecnologia, direção artística e design de jogo trabalham em perfeita sintonia. O jogo tira partido do hardware da PS5 para apresentar um mundo aberto visualmente deslumbrante, com tempos de carregamento praticamente inexistentes, animações fluidas e uma densidade ambiental que reforça a imersão a cada passo. O combate é preciso e impactante, o DualSense é usado de forma inteligente para transmitir peso, tensão e feedback táctil, e a apresentação audiovisual atinge um nível cinematográfico constante. Mais do que um exclusivo tecnicamente impressionante, Ghost of Yōtei é uma experiência completa, confiante e polida, que representa na perfeição a identidade da PS5 e estabelece um novo patamar de qualidade para os exclusivos da plataforma, justificando plenamente o título de melhor jogo de PS5.
Melhor Jogo Nintendo Switch 2: Donkey Kong Bananza

Donkey Kong Bananza afirma-se como o melhor jogo da Nintendo Switch 2 por representar de forma exemplar a nova geração de experiências da Nintendo, combinando criatividade, fluidez e puro divertimento. O jogo tira partido do hardware da Switch 2 para apresentar mundos 3D ricos, coloridos e cheios de vida, com animações extremamente suaves e uma física de destruição que dá nova liberdade à exploração. A jogabilidade é imediata e intuitiva, mas esconde uma profundidade notável, incentivando a experimentação e a descoberta constante de segredos e caminhos alternativos. Aliando um design de níveis inteligente à identidade carismática de Donkey Kong, Bananza não só se destaca como um dos melhores jogos de plataformas modernos, como também se assume como um título âncora da Switch 2, justificando plenamente o prémio de melhor jogo da consola.
Melhor Jogo Nintendo Switch: Metroid Prime 4: Beyond

Metroid Prime 4 afirma-se como o melhor jogo da Nintendo Switch por representar o culminar de tudo aquilo que a série construiu ao longo de décadas, oferecendo uma experiência de exploração, atmosfera e design ao mais alto nível. O regresso de Samus Aran é marcado por um mundo denso, misterioso e interligado, onde cada nova habilidade desbloqueada abre caminhos, segredos e possibilidades que recompensam a curiosidade e a atenção ao detalhe. A perspetiva na primeira pessoa continua a ser usada de forma magistral para criar tensão, solidão e descoberta, enquanto o combate é preciso e satisfatório, equilibrando ação e leitura do ambiente. A direção artística e sonora reforça a sensação de isolamento e mistério que define Metroid, e o desempenho sólido na Switch garante uma experiência fluida e consistente. No conjunto, Metroid Prime 4 não é apenas um grande exclusivo da Nintendo, mas uma referência absoluta no catálogo da consola, merecendo plenamente o título de melhor jogo Switch.
Melhor Jogo PC: Split Fiction

Split Fiction destaca-se como o melhor jogo PC do ano por combinar inovação, jogabilidade cooperativa e design técnico de alta qualidade, tirando partido do hardware e da flexibilidade da plataforma. A experiência multi‑género e cooperativa ganha maior fluidez e precisão em teclado e rato, e a performance em alta resolução e taxas de fotogramas elevadas permite que os jogadores aproveitem ao máximo cada nível criativo e cada mecânica de transformação de personagem. Além disso, a capacidade de integrar mods, personalizar controlos e explorar a variedade de modos e desafios transforma o jogo numa experiência adaptável e rejogável, demonstrando como jogos independentes podem brilhar no PC com ambição, polimento e criatividade. No conjunto, Split Fiction combina diversão, inovação e qualidade técnica, merecendo plenamente o prémio de melhor jogo PC do ano.
Jogo do Ano: Ghost of Yōtei

Ghost of Yōtei afirma-se como o melhor jogo do ano por reunir de forma magistral todos os elementos que definem a excelência em videojogos modernos. Combina um mundo aberto vasto e detalhado, exploração orgânica e envolvente, combate preciso e desafiante, narrativa emocionalmente rica e uma direção artística impressionante que transporta o jogador para o Japão feudal de forma autêntica e memorável. A atenção ao detalhe, a integração de mecânicas inovadoras e a capacidade de equilibrar ação, exploração e história criam uma experiência completa e imersiva, capaz de cativar tanto novos jogadores como veteranos. No conjunto, Ghost of Yōtei representa o auge da criatividade e do design de videojogos em 2025/2026, justificando plenamente o seu título de melhor jogo do ano.